
Centro Oncológico da Pele · Lajeado, RS
Referência em diagnóstico e tratamento do câncer de pele no Rio Grande do Sul
A COPELE reúne dermatologia, cirurgia oncológica, cirurgia de cabeça e pescoço e cirurgia plástica reparadora em um único centro, do diagnóstico à reconstrução, incluindo dermatoscopia digital e Cirurgia de Mohs.
- Equipe formada em centros de referência (Sloan Kettering, USP, AC Camargo, UOC Buenos Aires)
- Cirurgia de Mohs disponível em Lajeado
- Estrutura própria para cirurgia e acompanhamento
Sobre
Um centro dedicado exclusivamente ao câncer de pele
A COPELE nasceu para concentrar, em um só lugar, a experiência de médicos que se formaram e se especializaram em grandes centros de referência oncológica no Brasil e no exterior, trazendo para Lajeado e o Vale do Taquari uma estrutura até então pouco comum fora das capitais.
Dermatologia oncológica, cirurgia oncológica, cirurgia de cabeça e pescoço e cirurgia plástica reparadora atuam de forma integrada em um fluxo único de atendimento, do diagnóstico ao acompanhamento pós-cirúrgico.
“Cada caso de câncer de pele é único. Nosso trabalho começa na avaliação individual e segue até a reconstrução, quando ela é necessária.”
Atendimento em Lajeado/RS, com diagnóstico, cirurgia e reconstrução em um único centro.
Agendar avaliaçãoEquipe
Especialistas reunidos em um único centro
Cada etapa do cuidado (investigação, cirurgia e reconstrução) conduzida por um especialista da própria equipe.

Cirurgião de Cabeça e Pescoço
Dr. Marco Seferin
Formado pela Santa Casa de Porto Alegre · Fellow no Sloan Kettering Memorial Hospital (Nova York, EUA) · Doutorado em Clínica Cirúrgica pela Universidade de São Paulo (USP)
Diagnóstico e tratamento cirúrgico de tumores nas regiões mais delicadas do corpo, com especialização em reconstrução facial. Professor na faculdade de medicina de Lajeado.
CRM/RQE: CRM/RS 29300 · RQE 22048 · RQE 22080

Cirurgião de Cabeça e Pescoço
Dr. Andreas Camara
Universidade de Caxias do Sul · Treinamento em cirurgia de cabeça e pescoço na Santa Casa de Porto Alegre · Fellowship em Cirurgia Micrográfica de Mohs na Unidade de Oncologia Cutânea (UOC), Buenos Aires
Ampla experiência no diagnóstico e tratamento do câncer de pele, atuando especialmente em cirurgias de maior complexidade, como a Cirurgia de Mohs.
CRM/RQE: CRM/RS 43986 · RQE 39906

Cirurgião Plástico
Dr. Cristiano Kipper
Médico formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) · Especialista em Cirurgia Geral pela residência médica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre · Especialista em Cirurgia Plástica pelo Hospital Nossa Senhora da Conceição
Reconstrução da pele após o tratamento do câncer, com foco em recuperar função, autoestima e confiança do paciente.
CRM/RQE: CRM/RS 41158 · RQE 38841

Médica Dermatologista
Dra. Edna Weisheimer
Formada em Medicina pela UFCSPA/Santa Casa de Porto Alegre · Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia · Pós-graduada em Oncologia Dermatológica pela Santa Casa de Porto Alegre · Especialização em melanoma pelo grupo AC Camargo
Dermatologia de precisão e cuidado integral do paciente. Professora da disciplina de Dermatologia da ULBRA e da pós-graduação da Afya Faculdade de Ciências Médicas.
CRM/RQE: CRM/RS 38324 · RQE 39323

Médica Dermatologista
Dra. Elis Costa de Lima
Graduação em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) · Residência médica em Dermatologia pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA/UFRGS) · Título de especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira (AMB) · Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD)
Diagnóstico das lesões de pele e dermatoscopia digital, com acompanhamento das lesões ao longo do tempo e indicação cirúrgica quando necessária.
CRM/RQE: CRM/RS 38355 · RQE 34995

Cirurgião Oncológico
Dr. Rodrigo Garcia Barreto Luz
Graduação em Medicina na Universidade Federal do Rio Grande (FURG), 2015 · Residência médica em Cirurgia Geral pela Universidade Católica de Pelotas (UCPEL) · Residência médica em Cirurgia Oncológica na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre/RS
Avaliação oncológica dos casos de melanoma: definição das margens cirúrgicas, indicação de linfonodo sentinela e integração com tratamentos complementares, quando necessários.
CRM/RQE: CRM/RS 41397 · RQE 39210 · RQE 42019
Equipe

Vanessa Dutra
Administradora

Juliana
Instrumentadora cirúrgica

Júlia
Secretária
Quer ser avaliado por essa equipe? O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp da clínica.
Agendar avaliaçãoCâncer de pele
Nem todo câncer de pele é igual
O comportamento da doença, o risco envolvido e a conduta cirúrgica mudam conforme o tipo de tumor. Entender essa diferença ajuda a compreender por que a avaliação especializada faz diferença desde o primeiro atendimento.
Carcinoma basocelular
O tipo mais comum de câncer de pele.
Tem crescimento lento e costuma permanecer localizado, sem se espalhar para outros órgãos. Aparece com mais frequência em áreas expostas ao sol, como face, orelhas e couro cabeludo. Mesmo sendo menos agressivo, pode destruir tecidos vizinhos quando não tratado.
Carcinoma espinocelular
O segundo mais frequente.
Surge com frequência sobre pele com dano solar crônico. Pode ter comportamento mais agressivo que o basocelular e, em parte dos casos, atingir gânglios linfáticos, por isso a definição correta das margens cirúrgicas é decisiva.
Melanoma
Menos frequente, porém o de maior potencial de disseminação.
Corresponde à minoria dos casos de câncer de pele, mas responde pela maior parte das mortes relacionadas à doença. Exige avaliação oncológica: margens adequadas, investigação de linfonodo sentinela quando indicado e integração com tratamentos complementares.
Por que o diagnóstico precoce muda a conduta
Quanto menor e mais superficial a lesão no momento do diagnóstico, menor a cirurgia necessária, menor o impacto estético e funcional e melhor o prognóstico. É por isso que qualquer lesão que muda de cor, tamanho ou formato merece avaliação, mesmo quando não dói e não incomoda.
Ver os sinais de alerta (regra ABCDE)Qualquer lesão que muda de cor, tamanho ou formato merece avaliação, mesmo sem dor.
Agendar avaliaçãoDados
O câncer de pele em números no Brasil
1º no país
O Rio Grande do Sul é o estado com maior incidência de câncer de pele no Brasil, o que torna a avaliação periódica da pele ainda mais importante aqui.
- 1º
- É o tipo de câncer mais frequente no Brasil.
- ~30%
- De todos os tumores malignos registrados no país.
- ~220 mil
- Novos casos de câncer de pele não melanoma por ano.
- ~8,9 mil
- Novos casos de melanoma por ano.
Quando detectado precocemente, o câncer de pele apresenta altas taxas de cura, o que reforça o valor da avaliação de lesões suspeitas antes que elas evoluam.
Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil, triênio 2023 a 2025, e Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
O câncer de pele detectado cedo é altamente curável. Agende uma avaliação especializada.
Agendar avaliaçãoCirurgia de Mohs em Lajeado/RS
Cirurgia Micrográfica de Mohs, explicada passo a passo
A Cirurgia Micrográfica de Mohs é o tratamento padrão-ouro para o câncer de pele.
O tumor é retirado em camadas e cada camada é examinada ao microscópio durante a própria cirurgia, até a confirmação de que não restam células tumorais. O resultado prático: alta taxa de cura com o mínimo de perda de pele saudável, o que faz diferença especialmente em rosto, nariz, orelhas, pálpebras e lábios.
A cirurgia é realizada no hospital, com a presença da equipe de patologia para a análise imediata das lesões removidas. O tipo de anestesia depende de cada caso e é definido junto com a equipe antes do procedimento.
Veja como funciona, etapa por etapa
Avance pelo diagrama para acompanhar o que acontece com o tumor, com o microscópio e com a pele em cada etapa do procedimento.
arraste para avançar
Etapa 1 de 6
O tumor é maior do que parece
Na superfície da pele aparece apenas uma parte da lesão. Sob ela, o tumor pode ter prolongamentos, como raízes, que não são visíveis a olho nu.
É justamente essa parte invisível que faz um câncer de pele voltar quando a retirada não é guiada pela análise das margens.
Quando é indicada
- Tumores em face, nariz, orelhas, pálpebras e lábios, onde preservar tecido é crítico.
- Tumores que voltaram a aparecer após um tratamento anterior.
- Lesões com limites mal definidos clinicamente.
- Tumores extensos ou com padrão de crescimento mais infiltrativo.
A indicação é sempre individual e depende da avaliação presencial do tipo, da localização e do comportamento do tumor.
Perguntas diretas
- O que é a Cirurgia de Mohs?
- É uma técnica cirúrgica em que o câncer de pele é retirado em camadas e as margens são examinadas ao microscópio durante o próprio procedimento, até a confirmação de que não restam células tumorais.
- Para que serve?
- Para tratar o câncer de pele com a maior precisão possível e o mínimo de perda de pele saudável, principalmente carcinoma basocelular e espinocelular. Casos selecionados de melanoma também podem ser tratados com a técnica, conforme a avaliação da equipe.
- Quanto tempo leva?
- A cirurgia é realizada no hospital, com o tipo de anestesia definido conforme o caso, e pode ocupar boa parte do dia por causa das etapas de análise ao microscópio entre uma retirada e outra.
- Onde é feita em Lajeado?
- Em Lajeado/RS, pela equipe da COPELE, Centro Oncológico da Pele, em ambiente hospitalar, com equipe de patologia presente para a análise imediata das lesões removidas, sem necessidade de deslocamento até a capital.
E nos casos de melanoma?
O melanoma segue outra lógica de tratamento, e há casos selecionados que podem ser tratados com a Cirurgia de Mohs. A presença do cirurgião oncológico na equipe garante a avaliação adequada: definição correta das margens cirúrgicas, indicação de procedimentos como o linfonodo sentinela e integração com tratamentos complementares, quando necessários.
Conhecer a equipe responsávelJá tem um diagnóstico de câncer de pele ou uma lesão a investigar? A equipe da COPELE avalia se a Cirurgia de Mohs é a melhor opção para o seu caso.
Agendar avaliaçãoDermatoscopia digital em Lajeado/RS
Dermatoscopia digital: enxergar a pinta antes que ela vire um problema
Resposta rápida
Dermatoscopia digital é um exame de imagem indolor e não invasivo que amplia a lesão de pele com luz polarizada, registra a imagem em alta definição no prontuário e permite comparar a mesma pinta ao longo do tempo. Serve para diferenciar lesões benignas de suspeitas, detectar melanoma em fase inicial e evitar cirurgias desnecessárias. Na COPELE, em Lajeado/RS, o exame é realizado pelas dermatologistas Dra. Edna Weisheimer e Dra. Elis Costa de Lima, e também pode ser indicado pelo dermatologista do paciente.
Como é feito o exame, na prática
Avaliação clínica da pele
A consulta começa com o exame da pele, incluindo áreas que o paciente não costuma observar, como couro cabeludo, costas, orelhas, pés e região entre os dedos.
Ampliação com luz polarizada
O dermatoscópio revela estruturas, vasos e padrões de cor que ficam abaixo da camada mais superficial e não aparecem a olho nu.
Captura e registro no prontuário
As lesões relevantes são fotografadas em alta definição e arquivadas com localização anatômica, formando o mapeamento da pele daquele paciente.
Comparação nos retornos
No retorno, as imagens novas são comparadas com as anteriores. Mudanças de cor, borda, estrutura ou tamanho ficam evidentes mesmo quando são discretas.
Dermatoscopia digital ou dermatoscopia comum: qual a diferença
| Critério | Dermatoscopia manual | Dermatoscopia digital |
|---|---|---|
| Registro da imagem | A avaliação fica no exame do momento, sem arquivo comparável. | Imagem em alta definição arquivada no prontuário, com localização da lesão. |
| Acompanhamento no tempo | Depende da memória e da descrição escrita. | Comparação lado a lado entre a imagem de hoje e a da consulta anterior. |
| Decisão sobre biópsia | Mais casos duvidosos acabam encaminhados para retirada. | Lesões estáveis e com padrão benigno podem ser acompanhadas com segurança. |
| Melanoma inicial | Depende de a mudança já ser perceptível. | Mudanças sutis aparecem antes de serem visíveis a olho nu. |
Quem mais se beneficia do exame
- Histórico pessoal ou familiar de melanoma ou de outros cânceres de pele
- Muitas pintas pelo corpo, acima de 50 lesões, ou pintas atípicas
- Pele clara, olhos e cabelos claros, pele que se queima com facilidade
- Exposição solar intensa, ocupacional ou histórico de queimaduras solares na infância
- Lesão que mudou de cor, tamanho, formato, coça, sangra ou não cicatriza
- Pacientes transplantados, imunossuprimidos ou já tratados de câncer de pele
O que a dermatoscopia digital entrega
Diferenciar o benigno do suspeito
A ampliação revela estruturas e padrões de cor que orientam a decisão clínica com mais segurança.
Evitar procedimentos desnecessários
Lesões com padrão claramente benigno podem ser acompanhadas em vez de removidas.
Acompanhamento comparativo
As imagens arquivadas permitem comparar a evolução de cada lesão em retornos futuros.
Como se preparar
- Não é preciso jejum, preparo nem afastamento das atividades.
- Compareça sem maquiagem na região a ser examinada.
- Evite esmalte nas unhas: lesões subungueais também são avaliadas.
- Evite autobronzeador nos dias anteriores, pois altera a leitura da cor.
- Traga a lista de lesões que te preocupam e, se tiver, exames e laudos anteriores.
Dúvidas frequentes
- A dermatoscopia digital substitui a biópsia?
- Não. Ela orienta a decisão: indica quais lesões merecem retirada e quais podem ser acompanhadas. O diagnóstico definitivo de câncer de pele continua sendo feito pelo exame do tecido.
- De quanto em quanto tempo repetir o exame?
- O intervalo é individual e definido na consulta. Pacientes de maior risco, como quem tem histórico de melanoma ou muitas lesões atípicas, costumam ter acompanhamento mais frequente.
- Crianças e adolescentes podem fazer?
- Sim. Como o exame é indolor e não invasivo, pode ser realizado em qualquer idade quando há lesão suspeita ou histórico familiar relevante.
A dermatoscopia digital pode ser indicada pelo dermatologista do paciente e realizada na clínica, em Lajeado/RS.
Agendar avaliaçãoPrevenção
Quando vale a pena avaliar uma lesão de pele
A regra do ABCDE ajuda a identificar sinais que merecem avaliação especializada, não é um diagnóstico, apenas um guia de atenção.
Assimetria
Um lado da lesão diferente do outro.
Bordas
Contornos irregulares, mal definidos ou esgarçados.
Cor
Variação de tonalidade dentro da mesma lesão.
Diâmetro
Lesões maiores que 6 mm merecem atenção.
Evolução
Mudanças de tamanho, formato ou cor ao longo do tempo.
Nenhum desses sinais, isoladamente, confirma um diagnóstico, mas qualquer um deles é motivo suficiente para agendar uma avaliação.
Identificou um desses sinais em alguma pinta? Não espere que ela mude mais.
Agendar avaliaçãoEstrutura
A clínica por dentro
Estrutura própria no Centro Hickmann Select, em Lajeado, preparada para avaliação, procedimentos cirúrgicos e acompanhamento pós-operatório.
Toque em uma imagem para ampliar.

Consulta, dermatoscopia digital, cirurgia e reconstrução na mesma estrutura, em Lajeado/RS.
Agendar avaliaçãoNotou alguma mudança em uma lesão de pele?
Agende uma avaliação com a equipe da COPELE.
Formas de atendimento
Particular, convênios, HBB e CONSISA
O atendimento na COPELE é particular. Pacientes com plano de saúde e pacientes dos municípios consorciados também têm caminhos de acesso, conforme as regras abaixo.
Particular
Consultas, dermatoscopia digital e procedimentos com agendamento direto pelo WhatsApp, sem necessidade de encaminhamento.
Convênios
Oferecemos desconto nas consultas e, caso haja necessidade de realizar cirurgia no hospital, a parte hospitalar e o anestesista podem ser feitos pelo convênio, conforme as coberturas de cada plano.
Central de Convênios do HBB
A COPELE também atende pela Central de Convênios do Hospital Bruno Born (HBB), em Lajeado. O agendamento e as informações sobre autorizações são feitos direto pela central do hospital.
CONSISA
Pacientes dos municípios consorciados podem ser atendidos na mesma estrutura e pela mesma equipe, mediante critérios e encaminhamentos das secretarias de saúde de cada município.
Central de Convênios do HBB: agendamento e informações
Pacientes que serão atendidos pela Central de Convênios do Hospital Bruno Born podem falar diretamente com a central do hospital para agendamento e informações sobre autorizações.
- Horário de atendimento
- Segunda a sexta, das 7h às 17h30
- Telefone
- 51 3714 7500
- sac@hbb.com.br
Agende sua avaliação particular pelo WhatsApp e tire dúvidas sobre desconto na consulta e uso do convênio na parte hospitalar.
Agendar avaliaçãoOnde estamos
Centro Hickmann Select, em Lajeado/RS
Centro Hickmann Select, Av. Benjamin Constant, 1126, Sala 303, Lajeado, RS
WhatsApp: +55 (51) 99659-9653
Agendar avaliaçãoQuem atendemos
A COPELE recebe pacientes de Lajeado, do Vale do Taquari, do Vale do Rio Pardo e de outras regiões do Rio Grande do Sul, sem necessidade de deslocamento até Porto Alegre.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns antes da avaliação
Ficou alguma dúvida que não está aqui? Fale direto com a equipe da COPELE pelo WhatsApp.
Agendar avaliaçãoFale com a equipe da COPELE
Avaliação especializada em câncer de pele, com uma equipe formada em centros de referência no Brasil e no exterior.
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